Autor: Anthony Carlson

Como posso fazer compras com código de barras

Como posso fazer compras com código de barras

O que é um Código de Barras e sua importância

Comprar códigos de barras é indispensável para qualquer negócio. Saiba aqui o que é código de barras e todos os benefícios desta ferramenta.

Originalmente criado para auxiliar os mercados a aumentar a velocidade do processo de verificação na saída de produtos, os códigos de barras são encontrados em praticamente toda a atividade comercial atualmente. Por meio desta ferramenta, é possível identificar um produto de maneira rápida e prática, além de controlar sua entrada e saída do estoque, por exemplo. Além disso, a utilização desses códigos reduzem as chances de erros a praticamente zero, uma vez que eles são padronizados e lidos automaticamente. Saiba mais sobre este instrumento que transformou os processos de compra e venda, afinal, as filas de supermercado seriam muito mais demoradas sem o código de barras.

O que é Código de Barras ?

O código de barras é a representação gráfica de uma sequência numérica utilizada para identificar um produto. Tanto a representação gráfica quando a numérica possuem o mesmo valor, assim, quando um código de barras está ilegível, o operador pode digitar os números no sistema para obter o mesmo resultado que um leitor de código de barras. Esse conjunto numérico é único, ou seja, não existem produtos diferentes com o mesmo código. Geralmente, os códigos de barras se apresentam ao consumidor de duas maneiras: podem estar impressos direto nas embalagens, como em produtos enlatados, e também podem ser inseridos posteriormente, como ocorre em algumas embalagens plásticas. Neste último caso, é fundamental que o empreendedor possua uma impressora de etiquetas, pois, com este equipamento, é possível imprimir e inserir os códigos de barras nos produtos. No entanto, apenas os códigos não são suficientes para tornar a empresa mais ágil. É necessário que o código de barras seja traduzido para uma linguagem acessível e transformado em informações que ajudem o comerciante a manter o controle de dados. A principal ferramenta recomendada para este processo são os leitores de códigos de barra. Estes dispositivos tem a função de capturar, decodificar, e tranferir os códigos para um computador, onde serão analisados por um software adequado.

Hoje, a maioria dos estabelecimentos utiliza códigos de barras para agilizar e automatizar as tarefas diárias, como o controle de estoque, em panificadoras, área da saúde, varejo e vários outros setores. A utilização do código de barras é indispensável em grandes centros de distribuição por sua praticidade e eficiência, mas as pequenas empresas também podem se beneficiar, ganhando em organização e na melhora das atividades internas e administrativas.

Agora que você ja sabe o que é código de barras, aprenda quais os modelos desses códigos e qual a função de cada um.

Tipos de Código de Barras

Atualmente, existem duas formas mais utilizadas de código de barras para os produtos: UPC e EAN. O primeiro é largamente utilizado nos Estados Unidos e no Canadá, já o segundo é padrão no resto do mundo, incluindo no Brasil. A maioria dos comércios vem passando por um processo de atualização, para que possam aceitar esses dois tipos de códigos, aumentando sua versatilidade. No entanto, é sempre recomendado que haja uma verificação de qual código usar dependendo da localização em que o produto vai circular.

A principal diferença entre os códigos UPC e EAN se dá com relação ao número de dígitos. O modelo UPC utiliza um padrão de 12 dígitos em sua estrutura, isto é, são 12 números que serão codificados através do código de barras. Já o EAN apresenta 13 dígitos. Vale ressaltar que, apesar de estruturas diferentes, ambos os códigos têm a mesma fução: a identificação de mercadorias.

Quais as maiores raÌdios de São Paulo

Quais as maiores raÌdios de São Paulo

As maiores rádios de São Paulo

O rádio foi um dos principais meios de comunicação no século XX. E, atualmente, sobrevive, ao longo dos anos, como uma grande ferramenta no campo do entretenimento. Desde a primeira transmissão radiofônica, que ocorreu em 7 de setembro de 1922, em homenagem ao centenário da independência, o público deste veículo foi crescendo cada vez mais, alcançando o auge da popularidade; no Brasil, nas décadas de 40 a 50, período que ficou popularmente conhecido como Era do rádio.

Muita coisa mudou de lá para cá, com a expansão do uso dos televisores e o surgimento da internet. O rádio, consequentemente, perdeu força para os demais aparelhos concorrentes, porém não podemos dizer que perdeu qualidade. O último ranking de IBOPE, produzido pela Easy Média, mostra 8 emissoras que ainda são muito influentes na vida dos paulistanos. Esse estudo leva em consideração tanto o cruzamento de informações de rádios e agências quando números que correspondem ao índice de audiência.

Como emissora mais popular, aparece a Band FM (frequência 96.1), que tem a sua sede na região do Morumbi e pertence ao Grupo Bandeirantes de Comunicação. A rádio caracteriza-se como uma programação mais eclética e dinâmica; alternando entre um conteúdo mais jovial, como músicas POP e eletrônica, além de tocar grandes sucessos do final da década passada, como samba e pagode.

Em segundo lugar, consta uma emissora muito menos eclética que a anterior. A Nativa FM (frequência 95.3) que apresenta uma programação muito mais ligada ao público sertanejo, tanto por estar sempre tocando grandes clássicos no fim da noite, como Tonico e Tinoco e Milionário e José Rico, quanto por ter parceria com artistas recentes bem conhecidos, como Luan Santana e a dupla Zezé di Camargo e Luciano.

A terceira radio importante é a Transcontinental FM (frequência 104.7), que tem a sua sede na região de Mogi das Cruzes, foi criada para atender o público classe A, por meio de músicas internacionais e orquestradas. Porém, passou por uma transformação, em 1991, que mudou bastante a programação; caracterizando-se como um projeto que aposta muito na participação dos ouvintes e investe massivamente em música brasileira, mais especificamente em samba e pagode.

A quarta rádio é a Vida FM (frequência 96.5) sediada em São Paulo, mas concessionária na cidade de São José dos Campos. Tem como foco o público evangélico, fato que lhe garante grande aceitação no mercado. Atualmente, a emissora passa por problemas em relação à sua concessão e alterna entre conteúdos na internet e programação na rádio FM.

A quinta é a TOP FM (frequência 104.1) possui concessão na cidade de Guarulhos com a programação FM e na cidade de Itapevi para os ouvintes AM. Foi inaugurada em 1996 e tem a sede fica em São Paulo, mais especificamente na avenida Paulista. Essa emissora mudou recentemente de nome, visto que anteriormente se chamava Tupi FM, mas permanece atingindo o mesmo público sertanejo. Tal como a Nativa FM, a rádio tem um conteúdo que mescla os maiores sucessos antigos com a programação atual. Sem contar com a forte participação do público durante a programação, tanto em jogos que oferecem brindes quanto em programas mais sérios.

A sexta é a Alpha FM (frequência 101.7) sediada na avenida paulista, mas concessionária do município de Osasco; foi fundada em 1987 e pertence ao Grupo Camargo de Comunicação. Com uma programação voltada, principalmente, para o público mais velho, dispõe de um grande acervo de músicas nacionais e internacionais do gênero adulto contemporâneo, como flashbacks das décadas de 1970 e 1980.

A sétima é a Gazeta FM (frequência 88.1). A sede está localizada na avenida paulista e existe desde 1976. A estação de rádio pertence à Fundação Cásper Líbero e possui uma programação eclética, porque alterna o conteúdo entre clássicos e atuais. Além disso, possui uma grande interação com os ouvintes graças aos projetos Verão e às comemorações de aniversários e criação de shows. Outro ponto forte dessa emissora é o jornalismo, que atua 24 horas por dia para trazer informações recentes à população.

A oitava e última é a MIX FM, conhecida também como Rede MIX de Rádio. A rede está localizada no Paraíso e foi criada em 1995, pertencente ao Grupo Objetivo. Grande parte do público é jovem e está focada, principalmente, em conteúdos mais ligados ao gênero POP.

 

Quais as maiores rádios do Brasil?

Quais as maiores rádios do Brasil?

Desde sua criação, a rádio foi objeto de interesse dos grandes conglomerados midiáticos e de grupos de poder, que viam na ferramenta uma maneira de comunicação e transmissão de suas ideias às camadas mais populares da sociedade.

Não é surpreendente, assim, que hoje em dia a maioria das emissoras de rádio esteja nas mãos desses conglomerados, comandados por nomes conhecidos da mídia brasileira. Esse é um fator que deve ser levado em consideração no momento de listagem das maiores redes do país.

Comandantes das rádios: grandes conglomerados midiáticos

Desse modo, podemos começar nossa classificação pelo quinto maior conglomerado midiático, a TV Brasil, com 18 emissoras de televisão e 32 emissoras de rádio. Em seguida, ocupando o quarto lugar, temos a Rede Universal. Esse conglomerado foi o criador da Record e da Record News, contando com 49 emissoras de televisão e 54 de rádio.

Já em terceiro lugar, está o Grupo Bandeirantes, dono da Band e da Band News. Esse conglomerado conta com 45 emissoras de televisão e 58 emissoras de rádio, formando uma das maiores redes do segmento que se tem contato em nosso país.

Na segunda posição, encontramos o Grupo Silvio Santos, que possui o SBT, além de 58 emissoras de televisão e 70 de rádio. Por fim, em primeiro lugar, com o maior número de redes interligadas, está a Rede Globo, cujos maiores nomes incluem a Rede Globo de Televisão e a rádio CBN. Esse conglomerado controla 111 emissoras de televisão e 86 emissoras de rádio.

Apesar do destaque atribuído aos conglomerados, o ranking das maiores rádios do Brasil não os leva em consideração. Desse modo, para avaliarmos o desempenho e influência de uma rádio, devemos considerar o principal fator de classificação: a audiência.

As emissoras mais ouvidas do país

A rádio BandNews FM, pertencente ao Grupo Bandeirantes aparece em primeiro lugar em número de acessos. As visitas, principalmente no ambiente online, estão em cerca de 188108, contando dados de abril desse ano. Essa é a primeira rede de rádios FM que transmite jornalismo 24 horas por dia, trazendo ao ouvinte boletins atualizados a cada 20 minutos.

Em seguida, encontramos a JovemPan FM, rádio paulista que computa 179238 visitas em seu portal. Com uma dinâmica mais descontraída e voltada ao público jovem, essa emissora integra músicas, notícias, esportes e coberturas de grandes eventos. Os programas oferecidos também são diversificados. Desse modo, podemos encontrar desde jornais até quadros de humos ao longo do dia.

Na terceira posição está a rádio Transamérica FM, da Rede Transamérica de Comunicação. Apesar do pouco conhecimento sobre essa rede, a emissora é um exemplo de como não precisamos fazer parte de grandes conglomerados para bater recordes de audiência.

A proposta da emissora é semelhante ao que é feito pela JovemPan. Com músicas, notícias, e uma pegada mais jovem, a Transamérica conseguiu se fixar no mercado, com uma média de152493 visitas.

Por fim, em quinto lugar, está a rádio Nativa FM, pertencente ao Grupo Bandeirantes de Comunicação. Com programação mais voltada ao público das cidades interioranas de São Paulo, a proposta dessa emissora é a integração de músicas e notícias.

Elementos que possuem muito destaque na Nativa são as músicas brasileiras, principalmente o sertanejo. Isso torna essa rádio uma produtora de conteúdos únicos, uma vez que a maioria das outras emissoras prefere tocar músicas internacionais. Apesar desse estilo menos urbano, os moradores da capital paulista se utilizam muito da rádio.

É importante destacar que, apesar de existirem rádios muito escutadas que não pertencem aos grandes conglomerados já citados, a maioria das emissoras que realmente conseguem se fixar no mercado estão dentre as criações desses grupos. Isso se deve a diversos fatores, mas é principalmente uma questão de financiamento e organização de recursos para a abertura da frequência.

A posição das rádios brasileiras no ranking internacional

É interessante mostrar também que a grandeza dessas rádios não se limita ao Brasil, apesar do público ser majoritariamente nacional. A ABERT (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão) divulgou, em 2014, uma lista das rádios mais ouvidas do mundo.

Dentre as diversas emissoras de todos os locais do globo, há o destaque de duas brasileiras que são sintonizadas nos mais distantes locais. A JovemPan se encontra em sexto lugar no ranking. Além dela, temos também a rádio Nativa que está em oitavo lugar.